Para fazer a leitura de um vetor, o Corel baseia-se na sequência de pontos (nós) que esse vetor possui e o número de linhas entre um ponto e outro. Por exemplo, um círculo feito automaticamente com as ferramentas do Corel, necessita de 4 “nós” e 4 linhas para criar forma, assim como um quadrado ou um retângulo, já um triângulo necessita de apenas 3 “nós” e 3 linhas para sua composição.
Pois bem, entendido isso, imagine um texto onde cada “letra” tem uma forma, que pode ser arredondada, quadrada, triangular ou até a soma de várias formas geométricas. Esse texto necessitará de muito mais “nós” e retas, para que o Corel faça sua leitura. Nesse caso onde um texto possui muitas letras e cada letra possui muitos “nós”, existe um problema. O Corel ao trocar informações com as impressoras gráficas, não consegue passar a codificação correta se o texto possuir mais de 800 “nós”, ocasionando o corrompimento do seu material.
Sabendo deste “bug” a “Corel Draw”, desenvolveu um mecanismo seguro de “conversão em curvas” para textos muito extensos. Ao selecionar um texto e convertê-lo em curvas, o Corel separa esse texto em blocos com no máximo 750 “nós” por vetor, o que é totalmente seguro no momento de codificar à impressão.
Muitos usuário do Corel acham que essa quebra de texto pode prejudicar o material, sendo que na verdade, é o contrário. Por isso alertamos: textos muito extensos que ao serem convertidos em curvas, e quebrados pelo Corel em blocos, não deverão ser “soldados” ou “combinados” com outros blocos, o usuário deverá selecionar os blocos do texto e apenas “agrupá-los”.